
Depois de quase dois meses sem postar, tomei vergonha na cara e vim atualizar meu querido blog. Eu vou tentar deixa-ló mais util. :*
O Police esqueceu as diferenças entre seus membros e até a bem-sucedida carreira solo de Sting e retornou para uma (extremamente) lucrativa turnê.
O Pink Floyd deixou por algumas horas a rivalidade doentia entre David Gilmour e Roger Waters de lado e, após 24 anos, se reuniu no Live 8.
O RPM escondeu debaixo do tapete os motivos que levaram ao fim da banda e retornou para uma turnê que resultou em um CD e um DVD.
O Doors e o Queen abandonaram o luto pela morte de seus vocalistas e os substituiram para novos shows e álbuns.
E certeza que se John e George estivessem vivos, uma reunião dos Beatles já teria acontecido em algum evento beneficente.
O fim do Blink-182 durou quase exatos 4 anos.
No último dia 8, o trio se juntou para apresentar o Grammy de Melhor Álbum de Rock e anunciar o retorno da banda, algo que já era esperado pelos fãs desde o final de 2008, quando Mark, Travis e Tom voltaram a se falar (provavelmente por causa do acidente de avião sofrido pelo Travis).
Tudo muito bonito se não fosse por um detalhe:
Está mais que na cara que o Blink nunca mais será o mesmo de antes.
A separação, em fevereiro de 2005, pegou todos os fãs de surpresa.
Segundo Mark e Travis, um perturbado Tom DeLonge abandonou a banda de uma hora pra outra sem dar explicações e passou os últimos anos mantendo distância dos antigos companheiros. Enquanto isso, criou o pretencioso e chato Angels e Airwaves, projeto que ele mesmo afirmava que iria mudar a música (claaaaaaaro que sim, Tom). Ao mesmo tempo, Mark e Travis montaram o +44. As duas bandas tiveram seus CDs de estréia entre os mais vendidos da Billboard, mais por onta da popularidade e do prestígio da banda antiga que pelos méritos musicais das duas bandas.
Quem viu os 3 no palco do Grammy percebeu a divisória existente entre Tom e o resto da banda. Foi estremamente constrangedor ver Mark e Travis anunciando como vencedor o Coldplay, enquanto que o Tom ficava de lado, até meio afastado dos companheiros, como se fosse mais um agregado que propriamente um membro da banda.
Na minha opinião, o erro fatal da banda foi quando eles começaram a se levar a sério.
A fórmula do sucesso do Blink era, tanto quanto a música, o bom humor dos integrantes, principalmente Mark e Tom. Esse era o diferencial deles.
Seja nos clipes, nas entrevistas, nas letras, o trunfo do trio era você conseguir enxergar neles os seus amigos babacas e idiotamente engraçados, que saem correndo pelados pelas ruas, imitam boybands e se fazem de bobos em troca de algumas risadas sinceras.
E tudo isso desabou no momento em que um de seus integrantes passou a olhar o mundo de cima, com o nariz empinado e um certo ar arrogante que dizia "eu sou melhor que tudo isso".
E essa postura será algo bem difícil de engolir e esquecer daqui pra frente.
Se estou curioso em saber aonde isso tudo vai dar? Claro que estou!
Mas, para mim, sumiu aquela aura que a banda tinha.
A imagem divertida foi embora junto das piadas e do clima amigável que fazia do Blink-182 algo tão especial em meio a tantas bandas que acham que tudo o que importa é a música. E isso está muito longe da verdade.
O Pink Floyd deixou por algumas horas a rivalidade doentia entre David Gilmour e Roger Waters de lado e, após 24 anos, se reuniu no Live 8.
O RPM escondeu debaixo do tapete os motivos que levaram ao fim da banda e retornou para uma turnê que resultou em um CD e um DVD.
O Doors e o Queen abandonaram o luto pela morte de seus vocalistas e os substituiram para novos shows e álbuns.
E certeza que se John e George estivessem vivos, uma reunião dos Beatles já teria acontecido em algum evento beneficente.
O fim do Blink-182 durou quase exatos 4 anos.
No último dia 8, o trio se juntou para apresentar o Grammy de Melhor Álbum de Rock e anunciar o retorno da banda, algo que já era esperado pelos fãs desde o final de 2008, quando Mark, Travis e Tom voltaram a se falar (provavelmente por causa do acidente de avião sofrido pelo Travis).
Tudo muito bonito se não fosse por um detalhe:
Está mais que na cara que o Blink nunca mais será o mesmo de antes.
A separação, em fevereiro de 2005, pegou todos os fãs de surpresa.
Segundo Mark e Travis, um perturbado Tom DeLonge abandonou a banda de uma hora pra outra sem dar explicações e passou os últimos anos mantendo distância dos antigos companheiros. Enquanto isso, criou o pretencioso e chato Angels e Airwaves, projeto que ele mesmo afirmava que iria mudar a música (claaaaaaaro que sim, Tom). Ao mesmo tempo, Mark e Travis montaram o +44. As duas bandas tiveram seus CDs de estréia entre os mais vendidos da Billboard, mais por onta da popularidade e do prestígio da banda antiga que pelos méritos musicais das duas bandas.
Quem viu os 3 no palco do Grammy percebeu a divisória existente entre Tom e o resto da banda. Foi estremamente constrangedor ver Mark e Travis anunciando como vencedor o Coldplay, enquanto que o Tom ficava de lado, até meio afastado dos companheiros, como se fosse mais um agregado que propriamente um membro da banda.
Na minha opinião, o erro fatal da banda foi quando eles começaram a se levar a sério.
A fórmula do sucesso do Blink era, tanto quanto a música, o bom humor dos integrantes, principalmente Mark e Tom. Esse era o diferencial deles.
Seja nos clipes, nas entrevistas, nas letras, o trunfo do trio era você conseguir enxergar neles os seus amigos babacas e idiotamente engraçados, que saem correndo pelados pelas ruas, imitam boybands e se fazem de bobos em troca de algumas risadas sinceras.
E tudo isso desabou no momento em que um de seus integrantes passou a olhar o mundo de cima, com o nariz empinado e um certo ar arrogante que dizia "eu sou melhor que tudo isso".
E essa postura será algo bem difícil de engolir e esquecer daqui pra frente.
Se estou curioso em saber aonde isso tudo vai dar? Claro que estou!
Mas, para mim, sumiu aquela aura que a banda tinha.
A imagem divertida foi embora junto das piadas e do clima amigável que fazia do Blink-182 algo tão especial em meio a tantas bandas que acham que tudo o que importa é a música. E isso está muito longe da verdade.
A minha música preferida é: I miss You, é a única que eu escuto mesmo. :*
